Mecanismos do estresse

Mecanismos do estresse


Vários pesquisadores analisaram a conexão entre os tipos sanguíneos e a resposta ao estresse tendo ficado evidente o papel que o sistema ABO desempenha em relação aos hormônios do estresse que produzimos, tanto em seus níveis de repouso, no jeito como reagimos ao estresse, como em sua velocidade de recuperação.

Essas descobertas deixaram evidentes e de forma bastante clara que indivíduos do tipo A sanguíneo tendem a responder excessivamente até frente a uma condição estressante mínima, com um aumento imediato do hormônio cortisol e adrenalina. Já indivíduos do tipo O sanguíneo são os menos propensos a ter uma reação pronunciada ao estresse e os seus níveis de cortisol e adrenalina que produzem em resposta ao estresse é muito menor que os do tipo A.

Os tipos sanguíneos B e AB, entretanto, ficam entre esses dois extremos na forma de reagir com o estresse. Grosso modo, indivíduos do tipo B sanguíneo respondem ao estresse de uma forma semelhante ao tipo A, enquanto que indivíduos do tipo AB se assemelham mais ao tipo O sanguíneo.

 

Tipo O

- Dificuldade para eliminar o estresse está relacionado a dopamina cerebral;
- Esse fator pode produzir uma personalidade mais propensa a ataques de paranoia ou isolamento social, incapacidade de manter atenção, tendência à hiperatividade, acessos de fúria;
- Reação mais emocional aos problemas;
- Esquizofrenia também parece ser mais comum neste grupo sanguíneo, sobretudo o tipo recorrente, associada à genética familiar;
- Tendência ao distúrbio bipolar ou maníaco-depressivo;
- Alta incidência à depressão profunda (unipolar);
- Carne vermelha, magra (preferência orgânica), promove equilíbrio e estabiliza o humor;
- Retirar o trigo (e derivados) do cardápio, melhora muito, a hiperatividade cerebral e suas consequências.

Deverão fazer uso SEMPRE do indutor frequencial quântico ANTILEC® para harmonização das lectinas dos alimentos incompatíveis com a individualidade biológica de cada tipo sanguíneo, bloqueando seus efeitos nocivos ao organismo.

Você terá acesso a mais informações adquirindo o livro: Dieta Pelo Tipo Metabólico e Sanguíneo – Emília O. G. Pinheiro
 

Tipo A

- Possuem as mais elevadas concentrações de cortisol, no plasma sanguíneo;
- Essa particularidade é uma parte da reação à adaptação ao estresse;
- Esse fator é ainda, responsável pela ocorrência – mais comum nesse grupo – do distúrbio obsessivo-compulsivo (DOC);
- Demonstram medo excessivo por qualquer tipo de doença, sobretudo câncer;
- Limitar consumo de açúcar e amidos em excesso.

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Tipo B

- Possuem um perfil muito particular de estresse;
- Em desequilíbrio, provoca-lhe estado de desadaptação, tornando-o extremamente cansados , deprimidos e desmotivados; 
- Muitas vezes definidos – erroneamente -, como “preguiçosos”;
- Depressão, doença de Alzheimer, doença senil, altos níveis de cortisol podem ser um fator de autismo, confusão mental durante o dia;
- Incapacidade de produzir óxido nítrico - substância importante para modificar certos processos biológicos, incluindo o do sistema nervoso - Devem ingerir alimentos ricos em nitrogênio (vegetais de folhas verdes, certas frutas, etc.,).

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Tipo AB

- Conseguem colher benefícios através de uma rotina e tudo que mantém seu sistema imunitário funcionando corretamente;
- Devem evitar cair em extremos em termos de estilo de vida - Tendência ao transtorno bipolar, depressão, raiva e alienação social, síndrome de Borderline, mal de Parkinson, esquizofrenia e abuso de substâncias;
- Seguir recomendações dos tipos A e B, salvo exceções;
- Pode comer tomate (exceção) devido às lectinas neles contidas, serem diminuídas pelos anticorpos A e B sanguíneos.

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